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sábado, 21 de novembro de 2009

Não, não é amor.

"E, afinal, a quê se dá toda essa minha felicidade? Por quê esse desejo de deslizar pelos corrimãos das escadas, de saltitar galopante a cada degrau dos batentes da minha casa ou de rodopiar sem motivo no terraço vazio? De onde vem essa agonia gostosa que me tira o sono, me faz olhar pros cantos das paredes e até mesmo lá encontrar romance? Que força tem essa felicidade, meu Deus. De quê se trata, de quê se trata? Amor, eles dizem. Amor é o caralho. Amor eu sinto pelos meus cachorros, pelos meus amigos, pela minha Hello Kitty de cristal talhada em vidro. Isso tá longe de ser amor. Amor é subjacente a tudo isso. Esquisito falar, né? Parece que a gente passa a eternidade buscando a felicidade/o amor, e eis que me aparece esse sentimento que, não, não é amor. Não pode ser amor. É mais, é maior, é o triplo. Prepotente da minha parte julgar o amor pouco demais pro meu sentimento por essa "coisa" chamada Talles Thadeu Braz Bezerra. Pura prepotência e arrogância.

Que seja. Minha opinião (bem como esse sentimento - ainda - sem nome) é sólida e imutável.

Eu te [verbo]. Amar é coisa de trouxa."

(Raissa Mateus)



É, todo mundo surta quando em vez. Se é amor ou não, eu não sei mais. Mas é grande pra caramba e me faz um bem que só eu sei. De qualquer forma, EU TE AMO, meu Pinguas lindo.

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